Mostrar mensagens com a etiqueta Cushman & Wakefield. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cushman & Wakefield. Mostrar todas as mensagens

26 setembro 2017

Escritórios. Escassez de oferta mantém-se nos próximos dois anos


Apenas 10.800 m2 chegarão ao mercado este ano e outros 11.000 m2 estarão disponíveis em 2018. A escassez de espaços de qualidade no mercado de escritórios permanecerá um problema nos próximos dois anos. Segundo a consultora CBRE, apenas 10.800 m2 chegarão ao mercado em 2017 e, considerando os projetos em construção, apenas outros 11.000 m2 estarão disponíveis em 2018, na Torre de Lisboa (Fontes Pereira de Melo 41) e no Espaço 7 Rios.

04 agosto 2017

Escritórios. Será que existe construção em demasia?


De acordo com o último estudo “Global Office Forecast”, publicado pela Cushman & Wakefield, vamos assistir nos próximos três anos a um boom nunca visto de construção de novos escritórios, com mais de 65 milhões de metros quadrados previstos. Esta área é o equivalente ao total de espaços de escritórios existente em 5 cidades – Washington, Dallas, Londres, Singapura e Xangai.

07 julho 2017

34% das novas aberturas em 2017 foram no setor da restauração


Segundo o novo estudo publicado pela Cushman & Wakefield “Global Food & Beverage Market ”, o aumento de área de restauração em centros comerciais – que hoje ocupa em projetos novos ou remodelados 20% do total – está a ser motivado pelo grande crescimento do consumo neste setor.

03 maio 2017

Kiabi abre primeira loja na Grande Lisboa


A marca francesa de moda Kiabi inaugurou a sua primeira loja na Grande Lisboa, mais concretamente no Forum Sintra, com aproximadamente 1.800 m2 de área. A Cushman & Wakefield foi a consultora responsável por esta abertura, estando a atuar em representação exclusiva da Kiabi em toda a sua expansão de lojas em Portugal, procurando os espaços ideais para a marca se localizar. A insígnia internacional de têxteis já tem mais uma abertura prevista para maio no MAR Shopping Matosinhos.

11 abril 2017

Zona ribeirinha de Lisboa lidera na oferta de novos escritórios


A oferta de escritórios na cidade de Lisboa tem vindo a passar nos últimos anos por um processo de transformação, fruto da atividade de reabilitação urbana que se tem sentido e da evolução urbanística e cultural da cidade. O resultado deste processo foi o surgimento de novas micro zonas de escritórios que contam com características muito particulares e que têm contribuído para um dinamismo renovado em termos de procura, permitindo-lhes destacarem-se para além da macro zona em que se inserem.

18 março 2017

Mercado de investimento imobiliário em Portugal a caminho de novo record


O investimento imobiliário no sector comercial em Portugal ao longo dos primeiros meses de 2017 continuou a registar uma atividade intensa. Após em 2016 se terem transacionado ativos imobiliários comerciais num volume global de mais de €1.300 milhões - o segundo valor mais alto de que existe registo em Portugal - 2017 promete bater novos recordes em termos de volume de investimento, segundo os últimos dados de research da Cushman & Wakefield.

15 março 2017

Lisboa. Edifício Entreposto vendido por €65,5 milhões


A Cushman & Wakefield e a JLL anunciaram a venda do Edifício Entreposto, um edifício emblemático com cerca de 48.000 m2 na zona Oriental de Lisboa, situado entre o Parque das Nações e o aeroporto internacional de Lisboa. 
A Cushman & Wakefield atuou em representação do vendedor, Entreposto Gestão Imobiliária, S.A., empresa esta que irá permanecer no edifício como um dos inquilinos a longo prazo. Além do Entreposto, entre os inquilinos contam-se a AXA, C. Santos (Mercedes-Benz), Aldi, Adecco.

27 fevereiro 2017

C&W responsável pela gestão de projeto da nova sede do Global Media Group nas Torres de Lisboa


A Cushman & Wakefield foi a consultora responsável pela gestão de projeto da nova sede do Global Media Group. Os novos escritórios do grupo de media, que entre muitos outros inclui o Diário de Notícias, o Jornal de Notícias, o Jogo e a TSF, ocupam 5.200 m2 distribuídos por 6 pisos na Torre E das Torres de Lisboa.

14 fevereiro 2017

Dolce Vita Tejo à venda por €300 milhões


Operação liderada por americanos vai ser uma das mais valiosas concretizadas no sector. Foi comprado há dois anos por €170 milhões e está neste momento a ser negociado por um valor próximo dos €300 milhões. O fundo americano Baupost, atual proprietário do maior centro comercial do país, o Dolce Vita Tejo, está a negociar a sua participação de 90% do espaço junto de um fundo de investimento imobiliário europeu. Os restantes 10% pertencem ao Eurofund Investments, de origem anglo-saxónica e espanhola.

06 fevereiro 2017

O que esperar de 2017 no sector imobiliário


O último Market Beat elaborado pela Cushman & Wakefield reforça – à semelhança de outras consultoras – que o ano de 2016 foi um bom ano para o sector imobiliário em Portugal. No documento pode ler-se que “a atividade de investimento, principal motor do sector, manteve-se extremamente dinâmica, atingindo-se o segundo maior volume da história”.

Cushman & Wakefield coloca Matrizauto no Aveiro Retail Park



A Cushman & Wakefield anunciou recentemente a colocação da Matrizauto no Aveiro Retail Park. A megastore de viaturas seminovas ocupa neste retail park uma área de cerca de 1.900 m2.

22 janeiro 2017

Retalho continua no centro do investimento imobiliário


Novas aberturas a sul e dinamização do retalho de rua ditam as tendências do segmento. Lisboa gera interesse de investidores estrangeiros. O ano de 2017 ficará marcado, no segmento do retalho, pela abertura de dois novos espaços a sul do país, o Mar Shopping Algarve e o Évora Shopping, bem como pela crescente atração aos espaços comerciais de rua, essencialmente nos locais de maior dinamização turística.

Escritórios. Incentivos para captar novos inquilinos baixaram no último ano


A procura de escritórios em Lisboa tem-se mantido dinâmica e crescente, o que levou a que nos últimos três anos houvesse uma ocupação dos espaços com qualidade existentes. Na opinião de Jorge Bota, managing partner da BPrime, “a oferta tem por isso diminuído, atingindo, neste momento, níveis bastante baixos, principalmente nas localizações mais procuradas. Por esta razão, tem-se assistido, desde há dois anos, a uma pressão nas rendas, o que levou a um aumento dos valores pedidos, dependendo das zonas”. Os incentivos, que anteriormente eram dados para captar novos inquilinos, têm reduzido significativamente.

17 janeiro 2017

Investimento imobiliário na Europa continuará a crescer em 2017 apesar da instabilidade politica


De acordo com os últimos dados revelados pela Cushman & Wakefield, o investimento imobiliário comercial na Europa continuará forte em 2017. Os principais riscos que a economia mundial enfrenta são essencialmente geopolíticos, facto que beneficiará o setor imobiliário pelo seu estatuto de porto seguro face ao aumento de risco esperado para o mercado de dívida pública.

09 janeiro 2017

C&W contrata Gonçalo Garcia para liderar a área de negócio de Hospitality


A Cushman & Wakefield anunciou hoje a contratação de Gonçalo Garcia para liderar a área de Hospitality. Esta área de negócio está inserida no departamento de Capital Markets da consultora liderado por Luís Rocha Antunes. O departamento de Hospitality da Cushman & Wakefield prestará serviços vocacionados para as necessidades do sector, entre os quais se destacam o apoio a operações de investimento na compra e venda de ativos imobiliários turísticos e de vocação turística, aconselhamento, implementação e gestão de processos de procura e seleção de operadores hoteleiros, e consultoria estratégica.

Investimento imobiliário comercial. Negócio cai 35% em 2016


Lembra-se do processo de venda dos terrenos da Feira Popular, em Lisboa? Bom, esse foi um daqueles mega negócios imobiliários cujo desfecho estava previsto para 2016 e, por falta de compradores, acabou por não se concretizar. Foi por esta e por outras situações semelhantes que se registou uma quebra da ordem dos 35% no volume de negócios do imobiliário não residencial em Portugal.

05 janeiro 2017

2016. Nunca se investiu tanto em escritórios em Portugal


O investimento em imobiliário comercial rondou os 1,3 mil milhões de euros. Só em escritórios foram mais de 600 milhões. O investimento imobiliário no setor comercial, em Portugal, foi, em 2016, o segundo mais alto de sempre rondando os 1,3 mil milhões de euros, só ultrapassado pelos dois mil milhões obtidos em 2015. Mas um “arranque do ano como nunca visto” permite antecipar que essa meta venha a ser novamente atingida já este ano. Isso mesmo admitiu o diretor-geral da consultora Cushman & Wakefield, esta quarta-feira, na apresentação dos resultados de 2016 e das perspetivas para 2017.

04 janeiro 2017

Rendas vão subir em 2017


O mercado português vai continuar a despertar interesse lá fora, mas tanta procura não tem oferta à medida. O aumento das rendas nos edifícios de escritórios bem localizados no centro de Lisboa e a expansão da reabilitação para zonas emergentes junto ao rio e desbloqueio de alguns grandes projetos - como uma nova torre gémea do edifício da NOS, no Campo Grande - são novidades que deverão surgir em 2017 no mercado imobiliário comercial.

22 dezembro 2016

Cushman & Wakefield coloca Tiffosi no Liberdade Street Fashion em Braga


A Cushman & Wakefield colocou a nova loja da Tiffosi no Liberdade Street Fashion em Braga. O novo espaço da marca de roupa ocupa cerca de 1.100 m2. A Tiffosi é uma marca, com mais de 35 anos, especializada em jeans, e conta com mais de 1.000 pontos de venda (lojas próprias e multimarca) na Europa, estando em países como Itália, Espanha, Portugal, Bélgica, Áustria, França, Alemanha, Eslovénia, Luxemburgo, Suíça, Grécia, Países Baixos, Irlanda, Grã-Bretanha e Ucrânia.

02 dezembro 2016

Investidor português compra edifício Mouzinho da Silveira 10 ao Fundo Vision Escritórios


O Fundo Vision Escritórios, gerido pela Norfin, vendeu o edifício Mouzinho da Silveira 10 a um investidor privado português, representado pela RPE. Esta transação foi acompanhada também pela JLL e pela Cushman & Wakefield, que representaram o proprietário do edifício lisboeta que gerem em regime de co-exclusividade.